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Banco Mundial e Caixa destinam US$ 500 mi para ônibus elétricos

Linhas de ônibus elétricos em São Paulo, Brasil. Foto: SECOM/Edson Lopes Jr

Em um novo projeto para descarbonizar o transporte público e modernizar a mobilidade urbana, o Banco Mundial aprovou um pacote de 500 milhões de dólares (o equivalente a cerca de R$ 2,5 bilhões) para ampliar o uso de ônibus elétricos no Brasil.

A iniciativa, implementada pela Caixa Econômica Federal, nessa primeira fase apoiará a implantação de 540 ônibus elétricos e da infraestrutura de recarga correspondente. A operação apoiará a criação de uma linha de crédito nacional para financiar a substituição de ônibus a diesel por veículos elétricos, a modernização de garagens e redes elétricas e a oferta de assistência técnica a cidades e operadores.

 

Veículos mais limpos

Segundo o Banco Mundial, o projeto tem como objetivo melhorar a qualidade e reduzir as emissões do transporte público nas cidades brasileiras. O plano é beneficiar diretamente 1,3 milhão de moradores que estão perto de corredores de transporte público e cerca de 280 mil usuários e motoristas regulares. 

Segundo Cécile Fruman, diretora do Banco Mundial, este programa é um ponto de inflexão para o transporte urbano no Brasil. “Ele vai melhorar o deslocamento diário, reduzir emissões e abrir novas oportunidades para empregos de qualidade. Ao combinar investimento em ônibus elétricos e infraestrutura com reformas institucionais e fortalecimento de capacidades, o Brasil pode atrair capital privado, fortalecer sua indústria doméstica e tornar o transporte público mais confiável e inclusivo para milhões de usuários”, diz.

Ao estimular investimentos ao longo da cadeia de valor da mobilidade elétrica, o programa deverá gerar empregos na fabricação, operação, manutenção e serviços especializados, além de apoiar uma transição justa e inclusiva da força de trabalho, com ações voltadas à ampliação da participação de mulheres no setor.

A Caixa atuará como intermediária financeira e agência implementadora da Fase 1, alinhando a operação às metas climáticas do Brasil e aos compromissos de desenvolvimento sustentável.

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