O tuk tuk elétrico começou a ganhar espaço no Brasil em atividades como turismo, entregas e deslocamentos curtos. A necessidade de CNH, registro e licenciamento depende da classificação e das características de cada modelo.
A exigência varia conforme potência, velocidade máxima e categoria do veículo. Modelos enquadrados em determinadas categorias de baixa potência podem ter regras específicas.
De acordo com a Resolução nº 996/2023, a velocidade máxima é um dos critérios considerados para definir as exigências de circulação. Modelos que ultrapassam os limites previstos podem exigir habilitação e registro.
Em áreas privadas, como condomínios e resorts, as regras de circulação são diferentes das aplicadas às vias públicas.
Tuk tuk elétrico para sustentabilidade
Empresas brasileiras já utilizam tuk tuks elétricos leves em operações. A Seu Lixo, por exemplo, está realizando coletas seletivas em condomínios na cidade de Uberlândia (MG) com autopropelidos.
A empresa possui três veículos elétricos da Cicloway, um triciclo a pedal, mais dois modelos Formigões Baú da montadora e um tuk tuk do modelo Saúva. As operações são voltadas as entregas dos materiais produzidos a partir da parceria com a Associação dos Recicladores e Catadores Autônomos de Uberlândia (Arca).
Segundo a companhia, a ação surtiu efeito e o volume de rejeito que seria destinado ao aterro sanitário teve uma grande redução. Já o material reciclável começou a ser vendido para a indústria local.

O que verificar antes da compra
Antes de adquirir um tuk tuk elétrico, é necessário consultar o Detran para verificar a classificação do modelo e as exigências para circulação no meio urbano.
Também devem ser conferidos habilitação, registro, licenciamento, velocidade máxima e eventuais regras municipais para o uso comercial ou o transporte de passageiros.