O governo federal autorizou testes para elevar de 32% para 35% a concentração de etanol na gasolina. A medida levanta dúvidas sobre possíveis danos nos veículos, sobretudo em modelos mais antigos e projetados para rodar exclusivamente com gasolina.
O carro elétrico, por sua vez, fica imune a qualquer tipo de oscilação relacionada aos combustíveis, seja na mistura dos componentes ou em eventuais aumentos de preço. Além disso, há maior economia com as recargas, conforto ao utilizar o carregamento residencial e previsibilidade com reajustes nas tarifas de energia.

Fonte de energia não altera a carga
Os veículos elétricos, diferentemente dos modelos a combustão, não sofrem com mudanças na composição da energia.
Independentemente da fonte – hidrelétrica, solar, eólica, biomassa ou térmica – a eletricidade armazenada nas baterias não possui variações que afetem a qualidade e o funcionamento do veículo.

Brasil já tem 313 mil elétricos em circulação
Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o país já possui 313.140 carros 100% elétricos (BEVs) emplacados desde 2022. A expectativa da entidade é de que o país alcance 1 milhão de eletrificados (incluindo modelos com outros tipos de tração elétrica) ainda em setembro de 2026.
